segunda-feira, 21 de setembro de 2009

pesquisando referências

rodando mundo afora... London, NY, Tel Aviv. Boas referências!











meias coloridas tudo de bom..aliás cor é tudo de bom!

Como vocês sabem adoro cores, formas inesperadas e ideias extravagantes...seguem umas imagens para a gente se inspirar e lembrar que sair da rotina é tudo de bom. Viva o diferente!















I love this!

domingo, 13 de setembro de 2009

Adesivos para iPhone

Edição limitada de adesivos!
De fácil aplicação, os adesivos podem ser utilizados para decorar e proteger o iPhone (os adesivos são reutilizáveis e removíveis).
Obras e artistas:
"Cinco figuras da dança", de Keith Haring
"The Owl Enamored" por Alberto Cerriteño e outros
cool idea!











segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Rock na embalagem

Recentemente ocorreu o lançamento oficial da Vodka Absolut Rock.
A Absolut trabalhou com a designer Natalia Brilli, que é conhecida por envolver as coisas em couro, (já que a proposta era dar uma vibe rock à embalagem). Para o lançamento, a Absolut organizou um evento especial em Berlim.












MÚSICA INTERFERE NA MODA, QUE INTERFERE O COMPORTAMENTO, QUE INTERFERE NO DESIGN, QUE INTERFERE O ESTILO + MÚSICA INTERFERE A ATITUDE, QUE INTERFERE NO RESULTADO, QUE INTERFERE NO SIGNIFICADO, QUE INTERFERE NA COR + MÚSICA INTERFERE NA BEBIDA, QUE INTERFERE O COMPORTAMENTO, QUE INTERFERE NO DESIGN, QUE INTERFERE NO ESTILO, É ISSO?

domingo, 9 de agosto de 2009

Homenagem na parede

Estou postando aqui uma intervenção urbana curiosa, exposta em uma das paredes do Aterro do Flamengo no Rio de Janeiro - Brasil. (a intervenção foi criada pelo pessoal do Apocalipse Crew.)

Os artistas buscaram uma conexão entre graffiti e instalação de arte, para promover uma homenagem a Marcel Duchamp.
Não tive como não reparar...as rodas foram fixadas individualmente sobre a parede e o graffiti!











O Apocalipse Crew é formado por quatro integrantes e é um grupo profissional de graffiti que existe há 7 anos. Todos são estudantes de design da Faculdade Estácio de Sá (RJ).

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Estação de Metrô Drassanes | Barcelona

Linha 3 do Metrô de Barcelona, a estação Drassanes foi construída em 1968 e reformada em 2007.

Postei aqui como dica de design, formas e cores inovadoras em um espaço de grande circulação e aparentemente simples.

Interessante a ideia dos arquitetos em deixar o ambiente mais clean, livre a arejado.

















arquitetos: Eduardo Gutiérrez, Jordi Fernández ON-A
colaboradores: Carmelo Zappulla, Bernardo Magalhaes, Jordi Farell ON-
arquiteto técnico: Xavier Badia VINCLAMENT
engenharia: Sergio Colado, Sergi Brunet NECHI
fotografia: Lluis Ros OPTICAL ADDICTION
cliente: Transports Metropolitans (TMB) - rede de transportes estatal
superfície: 2.200 m2

sábado, 25 de julho de 2009

Subjetividade

Lendo Domenico De Masi identifiquei um pensamento interessante, que se reflete nas relações de consumo contemporâneas:

"Toffler identifica um outro elemento importante na sociedade pós industrial: a subjetividade, e a contrapõe à massificação precedente, feita de uniformização do coletivo e das modas."
"Muito do que é o ser, penetra através do ter..."

(O Ócio Criativo Domenico De Masi)
think about it!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Color song:

Passeando pela web encontrei a dica de uma loja com diversos itens interessantes para consumo.
Neste post, destaco o colorido dos fones de ouvido.





























Com certeza a proposta dessa loja e desses itens, atende uma demanda bem específica e que está crescendo todos os dias...a personalização dos objetos (formas materalizadas de singularidade, era do eros e individualismo), expressadas através das "coisas".
É interessante refletir o quanto esse acessório pode dizer a respeito de um indivíduo.
Leituras e resignificações à parte, adorei as cores e a ideia!

http://www.urbanoutfitters.co.uk

sábado, 11 de julho de 2009

Arte urbana contemporânea

Imagens da arte urbana desenvolvida pelo paulista Chivitz.

Chivitz iniciou sua carreira em 1996, no bairro do Cambuci (berço do grafite paulista) e atualmente faz parte do cenário de grafite brasileiro.
Com cores inconfundíveis e traços extremamente definidos, o artista expõe toda a sua sensibilidade nos painéis urbanos!





terça-feira, 7 de julho de 2009

Comportamento social e as tribos

O conceito de tribo foi lançando no marketing por Cova (1997 e 2002) que trouxe para esta ciência os estudos da sociologia e da antropologia cultural até então desprezados pelo racionalismo das ciências exatas.

Tribo: rede de pessoas heterogeneas em termos demográficos e psicográficos, ligados por paixões e emoções partilhadas, capazes de ações coletivas.






















O que diferencia uma tribo moderna das tribos arcaicas é o fato das pessoas poderem pertencer a várias tribos diferentes ao mesmo tempo, comportando-se de forma diferente em cada uma delas. Em cada situação, o indivíduo assume um papel diferente.

Esta variação de comportamento social impede que as tradicionais ferramentas de análise possam classifica-lo/segmentação.

Para Firat et al, as pessoas participam de tribos como uma forma de escape das suas vidas comuns.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O perfil pós moderno do consumo

Para Solomon (2002), as pessoas criam relacionamento com o produto que adquirem através de ligações que podem ser:

Autoconceito: o produto ajuda a estabelecer a identidade com o usuário;
Nostalgia: o produto atua como elo com o eu no passado;
Interdependência: o produto faz parte da rotina diária;
Amor: o produto promove elos emocionais de afeto, paixão ou outra emoção intensa.



A atividade de consumo se dá pelas experiências emocional ou estética que são proporcionadas pelo objeto de consumo. O consumo também pode gerar integração - que expressa aspectos do eu ou da sociedade; classificação - onde as pessoas se envolvem para comunicar, tanto para si como para os outros, sua associação com objetos; ou pode gerar um jogo - onde objetos são usados para que o indivíduo participe de uma experiência mútua e funda suas identidades com a do grupo. (Solomon, 2002)

domingo, 5 de julho de 2009

Fire Design: securité incendie & design

Personalização definitivamente é o lance da sociedade contemporânea!

Uma empresa francesa, especializada em extintores de incêndio teve um insight muito bacana...extintores de incêndio agora podem fazer parte da decoração dos ambientes!

O extintor de incêndio da Fire Design, pesa 1 kg e mede 33 centímetros de altura.
Fornecido com suporte de montagem, incluindo números de emergência, o produto foi desenvolvido para atender a demanda doméstica.

Dá um olhada no design gráfico das peças!






La Manufacture Sécuritaire
45, avenue de la Faisanderie
94290 Villeneuve le Roi France
Téléphone : 01 48 86 68 60
Ouvert du lundi au vendredi, de 9h à 12h30 et de 14h à 17h

crédito imagens: Julien Pichot

terça-feira, 23 de junho de 2009

ensaio sobre o .indivíduo.pós.moderno.


Sociólogo francês conhecido por suas análises a cerca da pós-modernidade e pela popularização do conceito de tribo urbana, está no Brasil falando sobre o comportamento intrigante do ser humano. 

Michel Maffesoli, dividiu suas reflexões em uma palestra realizada no dia 22 de junho de 2009, em Caxias do Sul/RS.
O sociólogo refletiu a respeito do laço social dos indivíduos, que sempre existiu na sociedade. No entanto, as formas como se estabelece o mundo social podem se alterar = ou seja = o homem é um animal político. 
Ele afirma ainda que, o modo como estamos vivendo atualmente se tornou infecundo, pois o nosso pensamento se tornou comum. Estamos vivendo uma "inversão de polaridade", onde só existimos através do olhar do outro. Ex.: a multiplicidade das pequenas tribos. 

Maffesoli trouxe o pensamento de que, o indivíduo pós moderno deixou de fazer parte da "lógica da dominação", onde tudo deve ser submetido á razão (levando ao desencantamento do mundo), para se tornar hoje um ser emotivo. 

DEIXA-SE O CONTEÚDO, VIVE-SE O CONTINENTE!

Segundo ele, a figura pós moderna é sensível, intensa em suas relações, pensa no presente e visualiza uma dimensão criativa do cotidiano. Assim, este ser não possui mais uma concepção esquizofrenica do mundo e sim, uma concepção do SER por inteiro: lúdico, festivo e imaginário. 
Surge assim o REENCANTAMENTO DO MUNDO (ex: o sucesso das redes de relacionamento social). É importante destacar a relação mágica com a tecnologia, o celular, o computador ... chamada tecnomagia.

O palestrante destacou, que é interessante analisarmos como o ser humano passou em tão pouco tempo do estágio da convicção para o da sedução. 
A ideia que permeia o indivíduo atual é, nunca chegar, estar em perpétuo devir: ser jovem, falar como jovem, vestir-se como jovem, agir como jovem...

think about it!

domingo, 21 de junho de 2009

Básico e chique

Responsável por reabilitar a camisaria masculina para o guarda-roupa das it-girls, Steven Alan é o rei da moda básica de Nova York

Nova York pode ter perdido para Londres o posto de cidade que dita quais tendências das passarelas vão fazer sucesso nas ruas, mas isso não significa que a moda para o dia-a-dia made in USA esteja na UTI. Bem longe das departments stores do Upper East Side que oferecem os best-sellers óbvios da estação, pequenas multimarcas do SoHo, do Brooklyn e de Nolita mostram que nem toda roupa que cria desejo de consumo na intelligentzia fashion precisa ter aval das passarelas de Nova York, Londres, Paris e Milão.

Responsável por apontar quais marcas do underground nova-iorquino estão prontas para submergir ao mainstream fashion, Steven Alan é também o homem por trás da grife que reabilitou a camisaria clássica masculina para o armário feminino, conquistando it-girls como Mary Kate Olsen, além de fashionistas que gostam de peças que não trazem o DNA explicitamente exposto. As mais de mil camisas que Alan fabrica semanalmente estão disponíveis em quatro modelagens e em mais de 75 padrões, todos criado pelo próprio estilista, com muitas opções de listra e xadrez. As camisas passam ainda por um processo de lavagem que dá a cara oldie, marca registrada e principal charme da grife.

Apesar de pouco conhecido no Brasil, só em Nova York Alan tem cinco lojas próprias, mais três na Califórnia e uma filial em Seul, na Coréia do Sul. Suas camisas com cara vintage também são vendidas em 370 lojas espalhadas pelo globo, incluindo aí departments stores como Barneys e Bergdorf Goodman.

Formado pela mesma escola de artes em que estudaram Marc Jacobs e Calvin Klein, Alan não é só um estilista cool adorado pelos antenados de Manhattan. Ele passa seus dias num loft em TriBeCa, a flagship store que funciona também como showroom, onde você encontra, além das tradicionais camisas, peças de marcas que daqui a pouquinho vão dar o que falar. No momento ele tem em seu portfolio 15 designers da novíssima geração, entre eles dois ex-funcionários, Celeste Wright e Alec Stuart, que abriram a Stuart&Wright, butique hip-chic do Brooklyn. E como Steven escolhe quem merece espaço em suas araras? “O pessoal passa aqui, me mostra ... se eu gostar, compro; senão, vou acompanhando”. Parece difícil acreditar que, numa cidade tomada pelas grifes mais poderosas da industria da moda, um cara que faz camisas “velhinhas” e as vende em lojas de bairro consiga roubar a atenção e criar um império paralelo. Mas basta andar pelas ruas de Manhattan com os olhos bem atentos para identificar em it-girls o estilo ditado por Alan – seja em sua grife própria, seja nas marcas que ele lança no mercado. E qual o segredo do hype? “Não gosto de megaproduções nem de desfiles. Mas uso a minha possibilidade para criar uma roupa que é sexy, mas de maneira inesperada, uma coisa bem dawntown New York. As mulheres parecem gostar disso.”
















¬ Steven Alan, mestre em revelar novos talentos de Nova York

Não deixem de conferir a postagem do Butique lá no Affair

Um grande abraço e até semana que vem!